January 18, 2017 10 Comments Maternidade

O que eu percebi sendo mãe

Foi difícil pensar em um único assunto pra escrever sobre maternidade. Pelo visto essa tag vai ser recorrente aqui no blog. Então abro esse espaço pra gente trocar experiências.
Só que na real, esse universo é cheio de opiniões e lados, e isso às vezes cansa. Assim que descobri minha gravidez – que foi com 8 semanas de gestação e apesar de ter sido planejada, tomei um belo susto – passei a ler, ou melhor, devorar todo e qualquer assunto da “área”. Mas chegou um momento em que eu esgotei e eu só queria ser a mãe do filho que eu desejava ter.

Mas nessa caminhada “sendo” mãe, eu percebi: Criança é criança, nada mais importa. Um exemplo: eu sempre escuto que o Vicente é calmo e fácil de lidar porque somos pais tranquilos. Tá, mas se ele fosse agitado ou qualquer outra coisa, nós seríamos diferentes? Acho que não. Aliás, tenho certeza que não.

Ao contrário do que dizem e não possa parecer, Vicente é muuuito energético. Quer ser total independente sem ainda conseguir ser. Quando quer alguma coisa, ele pede, insiste. Mas a forma que o tratamos por sermos “pais tranquilos” faz com que ele se sinta seguro e confortável nas situações ( além de ter as necessidades básicas atendidas, como fome e sono). Ele poderia ser agitado e ter uma personalidade forte, que nós continuaríamos sendo o que somos. E sabe por que? 

Eu lembro que quando nós decidimos ter um filho, foi porque a vida estava muito boa, no sentido de – queremos agregar alguém na nossa vida! E assim foi. Estava muito feliz com minha vida, na nossa casa, profissionalmente, enfim, tava tudo muito bom. E eu tenho certeza que isso também contribuiu pro Vicente ser assim… tranquilo.

Eu acho que o meu momento influenciou não só na personalidade dele, mas na harmônia da relação entre pais vs filho. A forma como eu conduzo as emoções dele, é o que faz ele receber essas qualidades. Será que deu pra entender? Hahaha! Esse negócio de maternidade tem conteúdo denso!

Bom, acho que temos muito assunto pra discutir aqui, mas sem ser aquela coisa chata de levantar bandeiras, defender lados. Você que já é mamãe, o que tem percebido que possa me contar? O que você poderia dizer para ajudar outras mamães? Fala aí! Vamos apenas “ser”!

Beijo grande,

Paty Costa


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